A relação entre alimentação e prevenção de doenças, especialmente o câncer, tem sido tema de diversos estudos. Uma rotina alimentar equilibrada, controle de peso e atividade física têm se mostrado eficazes na redução do risco não apenas de câncer, mas de várias enfermidades.
A redução no consumo de alimentos de origem animal, ricos em substâncias tóxicas, e a preferência por uma dieta rica em fibras e grãos são apontados como fatores que modificam a microbiota intestinal, reduzindo o risco de câncer colorretal. Por outro lado, alimentos ultraprocessados são associados ao aumento direto nos riscos de câncer de mama e próstata.
Estudos destacam os malefícios do consumo excessivo de carne, relacionando-o a substâncias tóxicas presentes nesses produtos, aumentando o risco de mutações no DNA e, consequentemente, o desenvolvimento de câncer. Em contrapartida, laticínios são apontados como redutores do risco de câncer colorretal.
A ingestão de bebida alcoólica, quando superior a 45g por dia, está associada ao aumento dos riscos de câncer hepático, gástrico e pancreático. A dieta do Mediterrâneo, baseada em frutas, vegetais, azeite de oliva e peixes, é citada como exemplo de prevenção, associada a uma vida longa e menor prevalência de doenças cardiovasculares e cânceres.
Além das escolhas alimentares, a medicina personalizada emerge como um avanço revolucionário no tratamento do câncer. A personalização do tratamento, considerando as características genéticas individuais, promete maiores chances de sucesso. O Teste Onco-PDO, uma terapia desenvolvida pela Invitrocue Brasil, é uma inovação que permite verificar o efeito de diferentes medicamentos em laboratório, contribuindo para decisões mais precisas no tratamento do câncer.


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