Durante o Outubro Rosa, a atenção à saúde feminina vai além do câncer de mama. Estudos indicam que mulheres apresentam até 40% mais prevalência de dores lombares e degenerações na coluna em comparação aos homens, especialmente após os 50 anos, devido a fatores hormonais e estruturais. A condição pode afetar atividades cotidianas, vida profissional e mobilidade, mas implantes e próteses modernas oferecem alternativas eficazes de tratamento, segundo o ortopedista e cirurgião da coluna Dr. Alynson Larocca.
De acordo com o especialista, a saúde da coluna está diretamente ligada à autonomia da mulher.
“A dor limita atividades simples do dia a dia até a vida profissional. Hoje, contamos com soluções seguras e personalizadas, como implantes e próteses, que devolvem qualidade de vida de forma rápida e eficaz”, explica Larocca.
Fatores de risco e impacto na saúde feminina
Durante a menopausa, a queda hormonal acelera degeneração dos discos intervertebrais e perda de massa óssea, elevando os riscos de hérnias, artroses e fraturas. Implantes modernos podem estabilizar a coluna e reduzir dores, utilizando materiais biocompatíveis e resistentes, que permitem cirurgias menos invasivas.
Prevenção e manutenção da qualidade de vida
Além do tratamento cirúrgico, medidas preventivas continuam essenciais. O Dr. Larocca destaca que atividade física regular, cuidados posturais e diagnóstico precoce contribuem para melhores resultados, seja com tratamento conservador, seja com implantes e próteses.
Inovação tecnológica e saúde da coluna
Segundo Arthur Moro, CEO da Ortoart, o investimento em pesquisa e inovação permite transformar conhecimento médico em soluções práticas para pacientes.
“Oferecemos suporte aos médicos com tecnologia de ponta, promovendo segurança e autonomia para as mulheres. Associar essa missão ao Outubro Rosa reforça a consciência sobre saúde feminina de forma integral, cuidando da prevenção e da qualidade de vida”, afirma Moro.
A Ortoart realiza mais de 100 cirurgias mensais em hospitais públicos e privados no Paraná e Santa Catarina, com crescimento anual de 30% e expansão de filiais no Sul e Centro-Oeste do país. Cada novo implante é fruto de pesquisa, testes e desenvolvimento tecnológico, garantindo recuperação de movimentos e independência para pacientes.


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