O Brasil apresenta 8% das crianças em pobreza alimentar grave, enquanto a Guiné-Bissau lidera com 53%, seguida por Timor-Leste (30%) e São Tomé e Príncipe (22%). A situação é especialmente crítica em África, onde os conflitos, as mudanças climáticas e a alta dos preços dos alimentos agravam o problema. Na África, 13 dos 20 países mais afetados estão localizados, totalizando 59 milhões de crianças em
A situação é ainda mais grave no sul da Ásia, onde 64 milhões de crianças são afetadas. Outras regiões impactadas incluem África Ocidental e Central (31 milhões), África Oriental e Austral (28 milhões), Ásia Oriental e Pacífico (17 milhões), Oriente Médio e Norte da África (10 milhões) e América Latina e Caribe (5 milhões).
Apesar do cenário preocupante, o relatório destaca avanços na África Ocidental e Central, onde uma porcentagem de crianças em pobreza alimentar caiu de 42% para 32% na última década, graças a contribuições culturais e incentivos para profissionais de saúde. O Unicef ressalta a importância de uma dieta diversificada para evitar a desnutrição aguda, recomendando que as crianças consumam alimentos de pelo menos cinco
A diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, alertou que crianças com dieta restrita a dois grupos alimentares, como arroz e leite, têm 50% mais probabilidade de sofrer formas severas de desnutrição.
* Com informações Nações Unidas.


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