A Suzano, empresa de papel e celulose, mantém aproximadamente 270 mil hectares de vegetação nativa nos estados do Espírito Santo e Bahia, área equivalente a 270 mil campos de futebol. Essas áreas abrigam diversas espécies de plantas e animais, contribuindo significativamente para a preservação da biodiversidade e o restabelecimento do equilíbrio ambiental, especialmente em tempos de mudanças climáticas.
A empresa recentemente aderiu ao segundo ciclo de investimentos do FASB, uma iniciativa que visa conectar 170 mil hectares de fragmentos florestais entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, ao longo de uma extensão de 500 km. Este projeto de corredores ecológicos busca melhorar as condições ambientais, facilitando a conectividade da paisagem e beneficiando as comunidades de fauna e flora afetadas pelas variações climáticas e atividades humanas.
Os esforços da Suzano são parte de suas metas ambientais, que incluem conectar meio milhão de hectares em áreas prioritárias para conservação no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia até 2030. Atualmente, a empresa dedica 58% de suas áreas de preservação na Bahia e 42% no Espírito Santo.
Além da preservação, a Suzano mantém um programa de restauração ecológica, focado na recuperação e enriquecimento de áreas por meio do plantio de espécies nativas e preservação da vegetação natural. Nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e sul da Bahia, mais de 24 mil hectares estão em processo de restauração, contribuindo para o aumento da cobertura florestal e a proteção de nascentes e mananciais hídricos.
Parte das áreas preservadas pela Suzano são identificadas como Áreas de Alto Valor de Conservação (AAVCs), importantes para a preservação da biodiversidade. Algumas dessas áreas foram transformadas em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). No Espírito Santo, as AAVCs estão localizadas em Aracruz, Conceição da Barra e Sooretama, enquanto na Bahia, estão nos municípios de Alcobaça, Caravelas, Mucuri, Teixeira de Freitas e Vereda.
A Suzano realiza intenso monitoramento da biodiversidade em suas áreas. No Espírito Santo, foram identificadas quase 590 espécies de aves, 65 espécies de mamíferos e mais de mil espécies de plantas. Na Bahia, foram registradas mais de 420 espécies de aves, 60 espécies de mamíferos e cerca de 900 espécies de plantas. Muitas dessas espécies estão ameaçadas de extinção ou são endêmicas, ou seja, ocorrem apenas nas áreas onde foram registradas.
“Esses dados atestam a riqueza e a importância da biodiversidade que prospera em nossas áreas, evidenciando o nosso compromisso com o manejo sustentável e a preservação de espécies importantes em seus habitats naturais”, destaca Diomar Biasutti, coordenador de Excelência Ambiental da Suzano. Ele acrescenta que a empresa está focada na proteção da biodiversidade, demonstrando que é possível conciliar o crescimento econômico com a conservação ambiental.
As ações da Suzano refletem um compromisso sólido com a sustentabilidade, buscando sempre equilibrar suas atividades econômicas com a proteção do meio ambiente, especialmente em um cenário de crescentes desafios climáticos.
*Com Informaçōes da Agência Brasil.


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