O consumo crescente de alimentos ultraprocessados torna-se um alerta à saúde pública, revelando riscos significativos. Estes produtos, submetidos a múltiplos processos industriais e repletos de ingredientes prejudiciais, como sódio, açúcar e gordura saturada, estão associados ao aumento das chances de doenças cardiovasculares, cânceres e diabetes, especialmente em jovens, adverte a professora de Nutrição da UNIFACS, Lídia Moura.
A qualidade nutricional deficiente desses produtos, aliada aos aditivos alimentares com potencial cancerígeno, destaca a gravidade dos riscos ligados ao seu consumo. Um estudo recente realizado por pesquisadores de instituições renomadas revelou que os alimentos ultraprocessados são responsáveis por aproximadamente 57 mil mortes prematuras no país, afetando pessoas entre 30 e 69 anos.
A identificação desses alimentos nas prateleiras é crucial, destaca a especialista. Ela enfatiza a análise dos rótulos, observando ingredientes e informações nutricionais. Alerta ainda para os “falsos saudáveis”, produtos que, apesar da fachada saudável, são ultraprocessados, induzindo os consumidores ao equívoco.


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