A ENGIE Brasil Energia conquistou o terceiro lugar na categoria Geração Eólica da segunda edição do Prêmio ONS de Qualidade na Operação, promovido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A cerimônia foi realizada na quarta-feira (21/10/2026), no Rio de Janeiro, com a participação de representantes de empresas que atuam no setor elétrico brasileiro.
A companhia foi representada na solenidade pelo engenheiro Marcelo Oliveira da Silva, integrante da equipe de geração. Além da colocação na categoria eólica, a ENGIE teve a Usina Hidrelétrica Estreito selecionada como finalista na modalidade Geração Hidráulica.
O prêmio reconhece agentes do setor elétrico com desempenho operacional destacado e contribuição para a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). A avaliação utilizou indicadores consolidados de 2025, com critérios voltados à disponibilidade das usinas e ao cumprimento dos comandos operativos emitidos pelo ONS.
Critérios de avaliação consideram disponibilidade e desempenho operacional
A metodologia da premiação levou em conta informações operacionais das empresas participantes. Na categoria de geração, a análise considerou a disponibilidade das instalações e a capacidade dos agentes de cumprir as orientações operativas estabelecidas pelo operador do sistema elétrico.
Esses indicadores estão relacionados à capacidade de manter os empreendimentos em condições de operação e de atender às necessidades de coordenação do sistema. O desempenho das usinas integra o conjunto de fatores necessários para a segurança e a continuidade do fornecimento de energia elétrica no país.
Em sua segunda edição, o Prêmio ONS de Qualidade na Operação ampliou o reconhecimento aos agentes de geração. Conforme informações divulgadas pelo Operador, a edição de 2026 passou a contemplar quatro modalidades nesse segmento: Geração Hidráulica, Térmica, Fotovoltaica e Eólica. A iniciativa também reconhece empresas de transmissão, com categorias específicas para o desempenho operacional e a gestão de providências.
ENGIE associa reconhecimento ao trabalho das equipes
O diretor de Operação da ENGIE Brasil Energia, Marcelo Schultz, afirmou que a conquista está relacionada ao trabalho cotidiano das equipes e à adoção de procedimentos voltados à segurança e à confiabilidade dos ativos.
“Esta conquista reflete o comprometimento diário dos nossos profissionais com a excelência operacional, a segurança das pessoas e a confiabilidade dos ativos. Mais do que um resultado, este reconhecimento evidencia a consistência dos nossos processos e a capacidade de entregar desempenho com qualidade, contribuindo para a segurança energética do país”, declarou.
A manifestação da companhia relaciona o resultado à gestão operacional dos empreendimentos e à atuação dos profissionais responsáveis por manter as instalações em condições adequadas de funcionamento. O desempenho dos ativos de geração constitui um dos elementos considerados na coordenação do sistema elétrico nacional.
O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, destacou que o reconhecimento busca estimular a evolução dos processos operacionais e fortalecer a cooperação entre o operador e as empresas do setor.
“O SIN é uma das maiores e mais complexas infraestruturas elétricas do mundo. Ao reconhecer os melhores desempenhos operacionais, reforçamos não apenas a importância da excelência na gestão dos ativos, mas também o valor da parceria entre o ONS e os agentes do setor. O prêmio é uma forma de incentivar a evolução e a melhoria contínua dos processos de operação do SIN”, afirmou.
Usina Hidrelétrica Estreito fica entre as finalistas
Além do terceiro lugar na categoria eólica, a ENGIE teve a Usina Hidrelétrica Estreito indicada como finalista na categoria Geração Hidráulica. O empreendimento está localizado no rio Tocantins, no município de Estreito, no Maranhão.
A usina é operada pela ENGIE Brasil Energia e administrada pelo Consórcio Estreito Energia (CESTE). Sua indicação amplia a presença da companhia na premiação, contemplando dois segmentos distintos de geração de eletricidade.
A geração hidráulica e a eólica possuem características operacionais diferentes, mas ambas participam da composição da matriz elétrica brasileira. A avaliação dos empreendimentos considera critérios próprios para cada modalidade, conforme os parâmetros estabelecidos pelo ONS.
Papel do ONS na confiabilidade do sistema elétrico
O Operador Nacional do Sistema Elétrico é responsável pela coordenação e pelo controle da operação das instalações de geração e transmissão que integram o Sistema Interligado Nacional, conforme as regras e os procedimentos aplicáveis ao setor.
O SIN conecta instalações elétricas de diferentes regiões do Brasil e permite coordenar a produção e o transporte de energia de acordo com as condições de oferta e demanda. Nesse contexto, a disponibilidade dos empreendimentos e o atendimento aos comandos operativos contribuem para a organização da operação.
O reconhecimento concedido à ENGIE na categoria eólica e a indicação da Usina Hidrelétrica Estreito como finalista destacam o desempenho operacional da companhia segundo os critérios utilizados na edição de 2026. A premiação também integra as iniciativas do ONS destinadas a incentivar a melhoria contínua na operação do sistema elétrico brasileiro.


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