O Museu Geológico da Bahia (MGB) promove uma imersão na história do planeta em programação especial pelo Dia Mundial da Terra, celebrado na quarta-feira (22/04/2026). A iniciativa destaca exposições permanentes que abordam a evolução geológica, a formação da Terra e a diversidade de seus recursos naturais.
Administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), o museu está localizado no Corredor da Vitória, em Salvador, e reúne acervo com mais de 20 mil peças, incluindo rochas, minerais, meteoritos e fósseis de animais e vegetais.
A programação busca ampliar o acesso à informação científica e apresentar conteúdos relacionados à geociência, tempo geológico e formação do planeta, com foco em atividades educativas e expositivas.
Exposições apresentam evolução geológica e origem da Terra
Logo na entrada, os visitantes têm acesso a uma imagem da Terra vista do espaço, cedida pela Agência Espacial Americana (NASA). O material integra o percurso expositivo que introduz a trajetória de formação do planeta.
Na sala de fósseis, o MGB apresenta uma escala do tempo geológico que auxilia na compreensão da evolução da Terra ao longo de aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
O acervo inclui fósseis da megafauna pré-histórica encontrados na Bahia, como mastodontes, organizados de acordo com períodos da origem da vida no planeta.
Acervo reúne fósseis, minerais e simulações do universo
O museu conta com 15 exposições permanentes que abordam diferentes aspectos da geologia e da formação do planeta. Entre elas, a sala Universo/Sistema Solar, que apresenta simulações do Big Bang e conteúdos audiovisuais sobre a origem do cosmos.
As exposições também incluem peças geológicas e minerais que compõem a história natural do território baiano e de outras regiões.
Segundo a instituição, o objetivo é oferecer um ambiente de aprendizado que relacione ciência, história natural e preservação ambiental.
Museu reforça educação ambiental e conscientização
No contexto do Dia Mundial da Terra, o MGB reforça sua atuação como espaço de educação científica e divulgação das geociências. A iniciativa busca ampliar o debate sobre preservação ambiental e uso de recursos naturais.
A coordenadora técnica e museóloga do museu, Elizandra Pinheiro, afirma que o conhecimento sobre geodiversidade é fundamental para a construção de práticas sustentáveis.
Segundo ela, o museu atua na aproximação entre sociedade e ciência, promovendo acesso a informações sobre o planeta e seus recursos naturais.
Geociência e preservação ambiental em destaque na programação
A programação especial inclui atividades voltadas à reflexão sobre o papel da sociedade na preservação dos patrimônios geológicos. O museu também promove ações educativas com foco em sustentabilidade.
De acordo com a museóloga, o objetivo é incentivar o debate sobre conservação ambiental e uso responsável dos recursos minerais.
As exposições reforçam a relação entre ciência, educação e conscientização ambiental, com foco em públicos de diferentes faixas etárias.


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