A rapper baiana Evylin lançou os visuais completos do álbum “Vênus em Áries”, disponibilizando visualizers para as dez faixas do disco no YouTube. O material amplia a proposta do projeto ao integrar música e imagem em uma narrativa contínua.
O álbum, lançado no dia 20 de março de 2026, apresenta uma construção conceitual baseada em mitologia grega e astrologia, que se desdobra nos vídeos por meio de elementos simbólicos e estéticos.
A iniciativa reforça o caráter audiovisual do trabalho e posiciona o lançamento como um projeto integrado entre som, imagem e narrativa artística.
Narrativa visual explora mitologia e simbolismo
Os visualizers desenvolvem o conceito central do álbum, inspirado na figura de Eros, associado ao desejo e à intensidade. A releitura do personagem estrutura a narrativa ao longo dos vídeos.
A proposta estética articula elementos de força, espiritualidade e relações afetivas, criando uma sequência de imagens conectadas entre si.
O conteúdo visual acompanha a progressão do álbum e contribui para a construção de uma identidade narrativa unificada.
Personagem conecta diferentes faixas
Um dos elementos recorrentes é o personagem “Nego Freaky”, interpretado pelo modelo Roman, presente em três faixas do projeto.
O personagem aparece nos visualizers de “Perfect 10’s”, “Nego Freaky” e “Fútil”, funcionando como elo entre diferentes momentos da narrativa audiovisual.
A construção desse personagem contribui para a continuidade temática e reforça a proposta de storytelling do álbum.
Produção audiovisual e direção criativa
A direção criativa dos visuais é assinada por Evylin em parceria com Gil Alves, com foco na construção de uma estética alinhada aos temas do disco.
A produção foi realizada pela KONTRÍA, responsável por edição, efeitos visuais (VFX), pós-produção e color grading.
As imagens são assinadas por Rodrigo Chagas Daltro, enquanto a equipe também desenvolveu a identidade visual e a capa do álbum.
Álbum marca expansão na carreira da artista
“Vênus em Áries” é o primeiro álbum de estúdio de Evylin e reúne participações de artistas como Majur e Urias.
O projeto transita por gêneros como dancehall, trap, house e detroit, além de incorporar referências da música baiana, compondo uma sonoridade híbrida.
Com mais de 200 mil reproduções nas plataformas digitais, o trabalho amplia a visibilidade da artista, que já participou de eventos como o AFROPUNK Brasil.


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