O Zumví Arquivo Afro Fotográfico mantém aberta ao público a exposição “ZUMVÍ 35 Anos”, instalada na nova sede localizada no Rio Vermelho, em Salvador. A mostra apresenta um conjunto amplo de registros produzidos por fotógrafos negros e segue disponível para visitação até 28 de fevereiro de 2026, reunindo materiais que evidenciam memória, produção visual e documentação social.
A iniciativa inclui obras, documentos e imagens históricas que compõem um percurso investigativo sobre cidades, territórios e corpos negros. O acervo disponível oferece ao visitante a possibilidade de acessar recortes temporais distintos e observar as transformações representadas nas fotografias ao longo de mais de três décadas.
Com curadoria de Lázaro Roberto e Luedji Luna, a exposição busca destacar práticas de preservação e visualizar conexões entre arquivos, ancestralidade e debates contemporâneos relacionados à cultura afro-brasileira.
Estrutura da nova sede
O espaço recém-inaugurado no Rio Vermelho funciona como galeria, estúdio e laboratório, além de servir como ponto de encontro para público, pesquisadores e artistas. A sede foi planejada para abrigar atividades contínuas, incluindo ações educativas e debates sobre produção imagética.
A proposta é ampliar o acesso ao acervo e estimular novas leituras sobre imagens que registram cotidiano, celebrações populares, religiosidades e expressões políticas. O conjunto de materiais reforça a missão institucional de promover documentação visual produzida por fotógrafos negros desde a década de 1990.
As obras expostas permitem ao visitante acompanhar transformações sociais registradas em diferentes contextos, aproximando pesquisa, criação e circulação de conteúdo fotográfico.
Conteúdos da exposição
A mostra reúne imagens que abrangem períodos distintos e apresentam registros icônicos produzidos em diversos territórios da Bahia. Os itens expostos dialogam com temas como memória, afeto, estética e identidade negra, compondo um panorama documental voltado a diferentes públicos.
Cada fotografia integra uma narrativa que evidencia trajetórias pessoais e coletivas, resultando em um conjunto capaz de observar permanências, mudanças e referências históricas. O material fortalece o papel da fotografia na construção de registros sociais.
A exposição permanece acessível ao público, com visitação gratuita e informações completas sobre horários e acessibilidade nos canais oficiais do Zumví.


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