Salvador recebe neste domingo (30/11/2025) a primeira edição do Fancy África Brasil, plataforma internacional dedicada à moda e criatividade afrocentrada. O evento integra a programação do Festival Feira Preta e será realizado a partir das 15h, no espaço Preta na Moda, reunindo público, criadores e marcas em uma apresentação voltada para a valorização da estética e cultura africana e da diáspora.
Idealizado pelo fundador e diretor criativo moçambicano King Levi, o Fancy África chega ao Brasil em formato de pocket desfile, reunindo marcas autorais de diferentes países africanos. A iniciativa busca ampliar o diálogo entre Salvador e a moda africana contemporânea, incentivando circulação de narrativas e promovendo visibilidade para a produção afrocentrada.
A proposta do evento é evidenciar a força da moda negra em múltiplas expressões, conectando tradição, identidade e inovação. O público terá acesso a uma experiência de arte e cultura, reforçando a importância da moda afro como instrumento de representação e transformação social.
Marcas e coleções apresentadas
Na passarela, serão exibidas coleções de Camila Kutsura, Abi Creations, Bravaas, Ilda Versátil, Puntz Wear, T’sava By Ancha, além dos trabalhos de Rey Vilas Boas e Tia Ró Fuxiqueira. As marcas unem elementos de tradição e identidade com inovação e contemporaneidade, oferecendo um repertório visual que dialoga com o presente e projeta tendências para o futuro da moda afro mundial.
O desfile pocket reforça a relevância de plataformas internacionais para circulação de talentos e criação de pontes entre diferentes contextos culturais. A entrada é integrada à programação do Festival Feira Preta, proporcionando aos participantes contato com novas linguagens de expressão artística e moda afrocentrada.
O evento também fomenta o intercâmbio cultural e comercial, fortalecendo a visibilidade de designers africanos e brasileiros. A iniciativa contribui para consolidar Salvador como polo de referência da moda afro, conectando produção local, nacional e internacional, e reforçando a representatividade de estéticas negras no mercado global.


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