O ex-jogador Ronaldo Nazário visitou o estande da Acervo Galeria de Arte na SP-Arte 2025, em São Paulo, e adquiriu a obra “Sutura”, de autoria do artista baiano Igor Rodrigues. A aquisição foi realizada durante o primeiro dia da feira aberta ao público, realizada no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, e representa um marco na trajetória do artista, que participa pela primeira vez de forma individual no evento.
A obra escolhida faz parte da coleção “Rastro”, mais especificamente da série “Brasa”, que aborda a simbologia do fogo como elemento de transformação e encerramento. Segundo o artista, o uso da cor vermelha expressa esses dois aspectos – combustão e carbonização –, em uma narrativa visual que compõe a proposta da série. A curadoria da galeria é assinada por Denny Venegeroles e Ricardo Portela, que acompanham a carreira de Rodrigues.
A participação de Igor Rodrigues nesta edição da SP-Arte ocorre após reconhecimento em outras feiras do circuito nacional, como a SP-Arte – Rotas Brasileiras e a ArtRio, em 2022 e 2023. O artista vem sendo referenciado por veículos especializados, entre eles a revista Vogue, e tem obras em acervos de colecionadores como Filipe Ret e Dennis DJ, além do recente interesse de Ronaldo.
A SP-Arte 2025 reúne mais de 150 galerias nacionais e internacionais e é considerada a principal plataforma de exposição e comercialização de arte contemporânea na América Latina. A feira vai até o próximo domingo (06/04/2025), e inclui obras de pintura, escultura, instalação e fotografia, além de uma programação com palestras e mesas de debate.
A aquisição da obra “Sutura” por Ronaldo é interpretada por especialistas como um sinal de valorização crescente do trabalho de Igor Rodrigues no cenário artístico contemporâneo. A consolidação de seu nome no circuito ocorre em paralelo ao fortalecimento da arte nordestina em espaços institucionais e comerciais no eixo Sul-Sudeste.
O evento também reforça a posição estratégica da SP-Arte como plataforma de visibilidade para novos artistas brasileiros e como ambiente de interação entre colecionadores, curadores e o público interessado em arte contemporânea. A feira se mantém como vitrine de tendências e como mercado ativo para o setor cultural no Brasil.
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