Após seis anos de ausência, o Festival Maré de Março retorna à cidade de Salvador, ocupando ruas e espaços culturais alternativos em sua quinta edição. Com uma programação diversificada que contempla espetáculos de teatro, circo e música, o festival busca proporcionar uma experiência única ao público, mesclando arte, reflexão e ocupação criativa dos espaços urbanos.
Desde sua primeira edição, em 2013, o Maré de Março tem sido um marco na cena cultural de Salvador, apresentando espetáculos que se apropriam dos espaços públicos, criando uma relação direta com a rua e com a cidade. Neste ano, a programação presencial, que ocorre de 19 a 24 de março, conta com 10 espetáculos, sendo três convidados e sete selecionados por meio de chamada pública.
Entre os destaques da programação estão grupos e companhias de renome nacional, como os Clowns de Shakespeare, Teatro Popular de Ilhéus e Grupo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Além das produções convidadas, o festival apresentará espetáculos selecionados por meio de uma chamada pública, proporcionando visibilidade e oportunidades para artistas locais.
Uma das principais características do Festival Maré de Março é sua preocupação com a acessibilidade em cenários de apresentações artísticas. Por isso, o evento contará com formações e consultoria em acessibilidade, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou limitações, possam desfrutar plenamente das atividades oferecidas.
Além das apresentações presenciais, o festival também terá uma Mostra Virtual, disponibilizando espetáculos online durante o mês de abril. E, em parceria com outros projetos culturais, realizará atividades de intercâmbio e formação ao longo do ano, fortalecendo a rede cultural e promovendo o desenvolvimento artístico na região.
O retorno do Festival Maré de Março representa não apenas a retomada de um evento importante para a cidade, mas também a valorização da cultura local e a promoção da diversidade artística em espaços públicos. Com uma programação abrangente e acessível, o festival reafirma seu compromisso em democratizar o acesso à arte e estimular o diálogo entre artistas e comunidade.


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