A Senha da Alegria: O chamado do Papa Francisco aos jovens para uma vida com Jesus

O amor, segundo o Papa Francisco, é o alicerce da existência da Igreja. Em sua carta “A Senha da Alegria”, publicada pelo jornal italiano “La Stampa” n segunda-feira (22/01/2024), o Pontífice destaca que esse amor refere-se tanto à devoção de Deus Pai por cada ser humano quanto ao amor que os cristãos nutrem por Jesus. A nova versão do catecismo, denominada ‘Youcat’, é apresentada como uma ferramenta crucial para transmitir essa paixão aos jovens. O Papa incentiva a busca por Jesus como o centro da fé, enfatizando o encontro e a paixão por Ele como elementos fundamentais da vida cristã.

O cerne da mensagem papal reside na importância de se tornar cristão por meio de um encontro apaixonado com Jesus. Francisco destaca que, como adultos na fé, é imperativo compartilhar a figura de Jesus com aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-Lo. O Catecismo, segundo o Papa, é uma ferramenta essencial para propagar a alegria da evangelização e o amor por Jesus. Ele convida os jovens a lerem a nova versão do livro com confiança, afirmando que este é um produto do amor dos cristãos por Jesus.

O Papa recorda as palavras de Bento XVI sobre o Youcat, enfatizando que o livro fala do destino de cada indivíduo. Francisco incentiva a estudar o catecismo com paixão, sacrificando tempo por ele, e promove a formação de grupos de estudo e diálogo sobre a fé. Ele ressalta que manter a conexão com Jesus é essencial para não perder a conexão com a própria história pessoal e a história da humanidade.

Para garantir essa conexão, o Papa revela um segredo compartilhado por Santo Alberto Hurtado, sugerindo que os jovens se perguntem: “O que Jesus faria em meu lugar?” Esta abordagem, segundo Francisco, é a senha para uma vida verdadeiramente alegre e plena. Ele destaca a importância de transferir para a mente e o coração as atitudes de Jesus, enfatizando o estudo do Catecismo, a leitura frequente do Evangelho e a prática diária da oração como ferramentas cruciais nesse processo. O Papa conclui a carta citando a exortação apostólica Christus Vivit, afirmando que Cristo é a esperança e a juventude do mundo, capaz de renovar e encher de vida tudo o que toca.


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