Salvador sediará, entre 1 e 3 de julho de 2026, a primeira edição do NZO OLORIN – Festival de Música de Terreiro, iniciativa do Ministério da Igualdade Racial (MIR) em parceria com o Governo da Bahia. Com programação gratuita, o evento será realizado em diferentes espaços do Centro Histórico, reunindo apresentações musicais, oficinas, seminários e debates voltados às tradições de matriz africana.
A programação ocupará locais como o Espaço Cultural da Barroquinha, Escola de Dança da FUNCEB, Casa da Igualdade Racial, Largo Tereza Batista, Largo Quincas Berro D’Água, Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba e áreas do Pelourinho. A expectativa da organização é receber cerca de 5 mil pessoas durante os três dias de atividades.
O festival contará com 15 atrações provenientes de comunidades tradicionais das cinco regiões do Brasil, reunindo representantes da Bahia, Rio de Janeiro, Pará, Paraíba e Maranhão, entre outros estados, em uma programação voltada à música, aos saberes tradicionais e ao patrimônio cultural afro-brasileiro.
Abertura contará com apresentações de grupos de diferentes estados
A abertura oficial está prevista para quarta-feira (01/07/2026), às 17h30, no Largo Quincas Berro D’Água, com a presença da ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, segundo a programação divulgada pela organização.
A cerimônia reunirá apresentações do Grupo Alafin Oyó (PE), Pai Alfredo (RS), Grupo Coletivo Cultural Bariri (MA) e Pradarrum – Ogan Gabi Guedes (BA).
O evento marca a realização da primeira edição nacional do festival e integra ações voltadas à valorização das manifestações culturais ligadas às tradições de matriz africana.
Programação inclui oficinas, seminários e debates
Além das apresentações musicais, o festival oferecerá oficinas, seminários e mesas de debate sobre temas relacionados ao patrimônio cultural afro-brasileiro, juventude negra, economia criativa e preservação dos conhecimentos tradicionais.
De acordo com a organização, a iniciativa está alinhada à Política Nacional de Terreiros e busca ampliar a visibilidade da musicalidade desenvolvida nas comunidades tradicionais de matriz africana.
A programação também prevê discussões sobre a patrimonialização da música de terreiro, além de homenagens a alabês, xicarangomas e runtós, responsáveis pela preservação dos cânticos, ritmos e práticas musicais dessas tradições.
Evento ocupará diferentes espaços do Centro Histórico
As atividades serão distribuídas em diversos equipamentos culturais e espaços públicos do Centro Histórico de Salvador, permitindo a realização simultânea de apresentações, ações formativas e encontros culturais.
Entre os locais que receberão programação estão o Espaço Cultural da Barroquinha, a Escola de Dança da FUNCEB, a Casa da Igualdade Racial, o Largo Tereza Batista, o Largo Quincas Berro D’Água e a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba.
Com acesso gratuito, o festival reunirá representantes de diferentes estados brasileiros em uma programação voltada à difusão da música de terreiro, ao intercâmbio entre comunidades tradicionais e à realização de atividades culturais abertas ao público.


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