O circuito internacional de moda feminina entra em fase decisiva com o término da Semana de Alta-Costura em Paris, movimentando castings e desfiles para Nova York, Milão, Paris e Shanghai. Nessa etapa, as modelos brasileiras Josefa Santos, Ana Beatriz, Beatriz Conceição, Sophia Lisboa, Luma Victoria, Willany, Bruna Louise, Camille Vitória e Letícia Vasconcelos participam de seleções para integrar o line-up das principais semanas de moda internacionais.
Para a temporada 2026, a brasileira Josefa Santos estreou na New York Fashion Week, desfilando para a grife Ralph Lauren, após ter participado da Alta-Costura em Paris. A presença no couture é considerada decisiva para posicionamento de mercado, servindo como referência para castings e contratos futuros.
As demais modelos brasileiras estão em processo de seleção nos principais centros da moda: Ana Beatriz, Beatriz Conceição, Sophia Lisboa, Luma Victoria, Willany, Bruna Louise e Camille Vitória em Paris e Milão, e Letícia Vasconcelos em Shanghai. Esse movimento evidencia a importância estratégica do pós-couture na construção de carreira internacional.
Alta-Costura como termômetro de mercado
A empresária Mônica Mota, CEO da Model Club Agency, acompanha de perto a trajetória das modelos durante a Alta-Costura e destaca a relevância desta fase para contratos e exclusividades.
“O couture funciona como selo de credibilidade para os diretores de casting e marcas. Muitas oportunidades surgem nas semanas subsequentes, seja para desfiles ou campanhas internacionais”, afirmou.
O acompanhamento direto nos bastidores das semanas de moda permite decisões mais estratégicas para posicionamento das modelos. Segundo Mônica, a participação em Alta-Costura amplia a visibilidade, reposicionando profissionais no mercado global e influenciando escolhas comerciais das marcas.
Essa fase também funciona como preparação para as principais semanas de moda feminina, que se concentram nos meses de fevereiro e março, consolidando o calendário internacional e definindo quais modelos continuam em destaque para desfiles e campanhas de grandes grifes.
Estratégia internacional e impacto na carreira
A passagem pelo couture é entendida como ponto de partida para oportunidades globais, com impacto direto na construção de carreira, agenda de desfiles e negociações com marcas de moda. Para as brasileiras, essa etapa é essencial para manter presença nos castings mais disputados do mercado internacional.
Segundo Mônica Mota, enquanto a agenda brasileira sofre influência do Carnaval, a temporada internacional abre espaço para que as modelos participem de novos castings, ensaios e desfiles, ampliando sua atuação e consolidando o Brasil como fornecedor de talento para o mercado global de moda.
O acompanhamento estratégico, aliado a talento e preparo profissional, permite às modelos brasileiras fortalecer a carreira internacional, garantindo participação em desfiles, campanhas e contratos exclusivos nas maiores semanas de moda do mundo.


Deixe um comentário