O Salvador concentrou uma agenda de eventos que combinou ativação de marcas, apresentações musicais, homenagens a artistas e desfiles de blocos tradicionais durante o Carnaval. A operadora de pagamentos Elo participou da programação do Expresso 2222, enquanto blocos afro, grupos de reggae e samba ocuparam os circuitos oficiais da festa.
O espaço da marca no camarote recebeu artistas, influenciadores e executivos, integrando ações de relacionamento ao calendário cultural da cidade. Entre os convidados estiveram Gilberto Gil, Flora Gil, Bela Gil, Bruna Marquezine, Sasha Meneghel, Regina Casé, Margareth Menezes e Paulinho Moska.
A presença de convidados integrou a estratégia institucional da empresa de associar a marca a experiências culturais e grandes eventos nacionais, com ações voltadas à conexão com o público durante a folia.
Elo ativa marca no Expresso 2222
Instalado no Edifício Oceania, em frente ao Farol da Barra, o Expresso 2222 manteve programação musical e encontros com personalidades. O lounge da Elo funcionou como ponto de recepção para convidados e parceiros.
Executivos da companhia informaram que a participação no evento integra o planejamento anual de patrocínios, com foco em aproximação com clientes e valorização da cultura brasileira.
O cantor João Lucas, influenciador associado à marca, destacou a relação entre música, Carnaval e brasilidade durante a programação.
Tributo a Preta Gil mobiliza família e artistas
A edição deste ano do camarote adotou o tema “Pra sempre Preta”, em homenagem à cantora Preta Gil, que esteve à frente do espaço por vários anos. Familiares e amigos participaram das atividades de abertura.
Além de Gilberto Gil e Flora Gil, estiveram presentes filhos, netos e convidados históricos da família. Artistas que desfilaram pelo Circuito Dodô realizaram menções à trajetória da cantora.
A cantora Anitta interrompeu o trio elétrico para cumprimentar a família e interpretar músicas associadas à artista, integrando a homenagem à programação da avenida.
Blocos afro destacam ancestralidade e memória histórica
No Circuito Osmar, o Cortejo Afro abriu sua participação com o tema “Bahia Benin – Reino de Daomé”. O desfile abordou referências ao Benin e à herança afro-atlântica, conectando música, figurino e narrativa histórica.
A ala de percussão reuniu 110 músicos, com repertório autoral e elementos da musicalidade afro-brasileira. O projeto visual foi desenvolvido pelo artista Alberto Pitta, fundador do bloco.
A programação também integrou o Programa Ouro Negro, política pública de apoio a entidades de matriz africana no Carnaval.
Reggae, samba e blocos tradicionais ampliam programação
O Reggae O Bloco desfilou com a banda Adão Negro, celebrando 21 anos de atividades e repertório focado no reggae. O cortejo partiu do Pelourinho até o circuito oficial.
Já o Pagode Total comemorou 26 anos com fantasias esgotadas e desfile temático. No trio, o grupo É o Tchan apresentou sucessos do repertório popular.
O tradicional Ilê Aiyê realizou o ritual de saída na Ladeira do Curuzu, mantendo cerimônias religiosas, cortejo cultural e estreia do reinado feminino da edição.
Camarotes e trios concentram atrações
No circuito Barra-Ondina, o Harém Soho Camarote Boutique recebeu apresentações de Carlinhos Brown, Timbalada e Jau, além de interações de trios elétricos na avenida.
O bloco As Muquiranas celebrou 60 anos com desfiles comandados por Tony Salles e Xanddy Harmonia, reunindo milhares de foliões no Campo Grande.
A banda Olodum encerrou sua programação com pipoca sem cordas, cortejo de percussão e repertório de samba-reggae, atraindo grande público.



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