A exposição “Jorge Amado: a Bahia que vive em nós” será inaugurada na próxima terça-feira (11/11/2025), no restaurante Confraria das Ostras, localizado no Rio Vermelho, em Salvador. A vernissage acontecerá das 19 às 21 horas, com entrada exclusiva para convidados e imprensa, e reunirá artistas que dialogam com o universo simbólico e cultural presente na obra de Jorge Amado.
Curadoria valoriza diferentes gerações da arte baiana
Sob curadoria de Tati Sampaio, a mostra propõe um recorte plural da arte contemporânea baiana, reunindo nomes consagrados e novos talentos. O projeto expositivo busca refletir o legado de Jorge Amado a partir de linguagens diversas, com ênfase nas múltiplas representações da Bahia como espaço de identidade e criação.
Entre os destaques da nova geração estão Rodrigo Zóog, Gabriella Fonseca (GAB) e Caíque Bahiana, artistas que vêm se consolidando no cenário das artes plásticas e visuais com propostas autorais e influências que dialogam com a cultura popular baiana e o imaginário literário amadiano.
Diversidade artística marca a composição da mostra
A exposição contará com mais de 30 artistas, que apresentam obras em diferentes suportes e técnicas. A lista inclui Sérgio Rabinovitz, Bruno Pamponet, Sônia Castro, Sônia Amorim, Pico Garcez, Marcos Renê, Jô Nascimento, Tatiana Guimarães, Helen Jordana, Engelis Feijão, Alexandre Soares, Eliezer Nobre, Eme Mario, Thais Moraes, Ricardo Sena, Josefa Amorim, Carol Gouveia, Graça Lima, Rosana Amaral, Carina Sampaio, Cristian Jungwirth, Carmen Freaza, Gabriela Cruz, Maria Batista Couto, Célia Mallett, Ary Falcão, Renata Sá, James Francis e Muriel Brossard.
Segundo a curadora Tati Sampaio, a proposta é ressignificar a presença de Jorge Amado na arte contemporânea, evidenciando como sua influência continua inspirando novas leituras visuais e simbólicas sobre a Bahia e sua cultura.
Homenagem ao legado de Jorge Amado
A mostra é uma homenagem ao escritor Jorge Amado, cuja obra retrata o cotidiano, os personagens e a identidade baiana em suas dimensões social, cultural e humana. Por meio da arte visual, a exposição busca traduzir o olhar de diferentes gerações sobre a Bahia, reafirmando o papel da arte como instrumento de memória e continuidade.
A exposição “Jorge Amado: a Bahia que vive em nós” ficará aberta ao público após a vernissage, com programação complementar voltada à mediação cultural e ações educativas.


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