A Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), realizará na próxima segunda-feira (14/07/2025), às 10h, o lançamento oficial da REDE FPC, projeto que visa mapear e conectar ações e agentes das áreas do livro, leitura, bibliotecas, arquivos e memória nos diversos territórios culturais do estado. A apresentação ocorrerá em formato de live no canal da FPC no YouTube, com inscrição gratuita disponível no link https://forms.office.com/r/PHiUcXmtEB.
Durante o evento, serão detalhados os quatro programas estratégicos que compõem a iniciativa: Bahia Literária, Bibliorede Bahia, Conectar Arquivos e Nossas Memórias. Os programas reforçam o compromisso da FPC com a promoção da leitura, acesso à informação e valorização da memória cultural baiana.
A REDE FPC surge como uma política pública articuladora e territorializada, que busca consolidar um espaço permanente de escuta e intercâmbio entre governo e sociedade civil. A proposta é fortalecer políticas culturais locais, ampliar o alcance das ações da Fundação e estimular o protagonismo comunitário por meio da colaboração entre agentes culturais, bibliotecários, escritores, educadores, gestores públicos e lideranças locais.
De acordo com o diretor-geral da FPC, Sandro Magalhães, a Rede representa um avanço institucional:
“Nosso propósito é articular quem já faz, valorizar boas práticas, ampliar a presença do Estado e estimular o protagonismo dos territórios. A REDE FPC é uma ferramenta de escuta, ação e articulação construída com base na confiança e no diálogo.”
Durante a transmissão, o público poderá interagir em tempo real, enviar perguntas e entender os processos para integrar a REDE FPC. O evento também será uma oportunidade para agentes interessados conhecerem as diretrizes, ferramentas e meios de participação. Após a live, os hotsites e formulários de adesão continuarão disponíveis no portal institucional da FPC para acessos posteriores.
A REDE FPC é uma ação estruturante com potencial de orientar políticas culturais de forma descentralizada, respeitando as singularidades dos territórios e fortalecendo a atuação de instituições públicas, privadas e comunitárias nas áreas de leitura e memória.


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