A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) realiza uma programação especial para celebrar a Independência da Bahia, comemorada oficialmente no dia 2 de julho. A agenda cultural se estende desde maio e segue ao longo de julho, envolvendo a capital e municípios do interior em eventos que incluem música, literatura, exposições, cortejos e manifestações populares.
A SecultBA articula as ações por meio de seus órgãos vinculados: o Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e a Fundação Pedro Calmon (FPC). Essas instituições promovem atividades voltadas para diferentes públicos, destacando a memória histórica e a diversidade cultural da Bahia.
Programação no Pelourinho e demais espaços culturais
No Pelourinho, sob curadoria do CCPI, a programação ocupa largos e praças com shows gratuitos e apresentações culturais. No dia 2 de julho, cinco clarins anunciam a chegada do cortejo com as imagens do caboclo e da cabocla na sacada do prédio histórico do CCPI. Ainda no mesmo dia, o Largo Pedro Archanjo recebe uma roda de samba com artistas como O Pretinho, Bambeia e Gel da Viola. Outras atrações incluem Tá na Fita, Nonato Sanskey, Reinaldinho e o grupo É o Tchan!.
Nas bibliotecas públicas e espaços da Fundação Pedro Calmon, a programação contempla mostras, exposições, lançamentos de livros, aulas públicas e contações de histórias que ressaltam personagens da luta pela independência, como Maria Felipa e os Encourados de Pedrão. A tradicional exposição “Do Recôncavo à Independência”, no Arquivo Público da Bahia, destaca documentos históricos essenciais para a compreensão do processo de libertação.
Desfile das filarmônicas e manifestações musicais
A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) organiza o desfile das filarmônicas, que no dia 2 de julho, a partir das 7h, reunirá dez corporações musicais de diferentes municípios, totalizando mais de 400 músicos marchando pelo centro de Salvador. A manifestação é considerada uma das mais tradicionais da data.
Declaração do secretário de Cultura
Para o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro, a programação representa mais do que uma comemoração cívica. Segundo ele, trata-se de um reencontro com as raízes do povo baiano.
“Celebrar o 2 de Julho é celebrar a força do povo baiano, suas lutas, tradições e conquistas. Nossa programação reafirma esse orgulho, reunindo expressões populares, ações educativas e manifestações artísticas que mantêm viva a história da Bahia e sua contribuição fundamental para a independência do Brasil”, afirmou.


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