Salvador: SEPROMI lança Escola Virtual do Empreendedorismo Negro e nova Loja Afrocolab

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (SEPROMI) lançará, na segunda-feira (31/03/2025), a Escola Virtual do Empreendedorismo Negro e inaugurará uma nova unidade da Loja Afrocolab no Shopping Paralela. A loja colaborativa, que reúne 50 empreendedores negros e indígenas, estará aberta ao público a partir da abertura do shopping. O lançamento da escola virtual ocorrerá às 14h, no auditório da Faculdade Unime, também localizada no Piso L2 do shopping.

A Escola Virtual do Empreendedorismo Negro é uma parceria com a Aliança Empreendedora e oferecerá cursos 100% online, gratuitos e com certificação. Os conteúdos abordarão temas como organização financeira, marketing digital, formalização do MEI e estratégias de vendas pela internet. As inscrições estarão abertas a partir de segunda-feira (31/03/2025) no site da SEPROMI.

A nova unidade da Loja Afrocolab no Shopping Paralela surge após um edital de chamamento público realizado na terça-feira (19/03). O espaço coletivo permitirá a comercialização de itens de moda, acessórios, decoração, artesanato e cosméticos produzidos por marcas locais. A loja já teve edições anteriores em outros shoppings de Salvador e tem como objetivo promover a visibilidade e valorização do empreendedorismo negro e indígena.

Além da venda de produtos, a Loja Afrocolab funcionará como um espaço de formação e capacitação, oferecendo workshops, eventos e serviços voltados para o fortalecimento de redes de empreendedores. A iniciativa busca impulsionar a inclusão econômica das populações negras e indígenas, incentivando a autonomia financeira e o combate ao racismo estrutural.

A secretária da SEPROMI, Ângela Guimarães, destacou a importância da iniciativa: “Precisamos criar um ecossistema de apoio para as lideranças negras e indígenas, garantindo espaço e formação técnica para aperfeiçoar e ampliar seus negócios. As ações têm como objetivo expandir as políticas públicas de fomento ao empreendedorismo negro e indígena no estado”.

A coordenadora do Empreendedorismo Negro da SEPROMI, Tamires Santos, ressaltou os desafios do setor: “O empreendedorismo negro enfrenta barreiras estruturais, mas movimenta a economia de forma significativa. A ampliação de políticas públicas é essencial para reduzir desigualdades e criar oportunidades reais para esses empreendedores”.


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