A banda Motumbá encerrou a Terça-feira (04/03/2025)de Carnaval no Pelourinho, em Salvador, com um show na Praça Tereza Batista. A apresentação, liderada pelo vocalista Alexandre Guedes, celebrou os 20 anos de história do grupo, reafirmando sua conexão com as raízes afro-brasileiras e a diversidade musical do Carnaval baiano.
O evento integrou a programação do Governo do Estado, que tem investido em palcos alternativos e na ampliação do Carnaval sem cordas. “É um prazer muito grande participar dessa festa, no ano em que o trio elétrico completa 75 anos, o axé music faz 40 anos e o Motumbá chega aos 20 anos. Agradecemos ao Governo do Estado pelo apoio à cultura e à música baiana”, afirmou Alexandre Guedes.
Cultura e inclusão no Carnaval
A apresentação reforçou o papel do Pelourinho como um centro de valorização da cultura baiana no Carnaval. Com uma fusão de ritmos afro-brasileiros e uma performance interativa, o Motumbá animou o público presente, que acompanhou o show cantando e dançando.
A descentralização das atrações carnavalescas tem fortalecido artistas locais, permitindo que diferentes circuitos da cidade recebam maior público e visibilidade. O incentivo às manifestações culturais também tem ampliado a diversidade do Carnaval soteropolitano.
Carnaval sem cordas atrai turistas e moradores
A estrutura do Carnaval do Pelourinho tem sido bem recebida por turistas e moradores. A visitante Crislane Lisboa, do Rio de Janeiro, destacou a organização e a segurança do evento. “Visitei os circuitos do Campo Grande e da Barra, mas aqui achei mais tranquilo e animado. Além disso, tem mais bandas locais, o que incentiva os artistas da região.”
A moradora de Salvador Cristina Marques ressaltou a importância dos circuitos alternativos. “Fazia tempo que não vinha ao Pelourinho no Carnaval. Esse ano resolvi vir e gostei muito. Espaços bem estruturados e sem problemas de violência. Esse formato de Carnaval precisa continuar.”
A turista paulista Elenice Vilas Boas compartilhou impressões positivas sobre a experiência. “Acho o Pelourinho acolhedor. Gosto da sonoridade e vejo como essencial essa estrutura para os artistas locais. O Carnaval nos grandes circuitos é voltado para os turistas, então essa descentralização é muito importante.”


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