O Brasil participa do Mundial de Esqui Alpino de 2025, realizado em Saalbach, na Áustria, entre terça-feira (04/02/2025) e domingo (16/02). A delegação conta com três atletas e busca quebrar tabus na competição, 59 anos após sua estreia no torneio, ocorrido em 1966, em Portillo, no Chile. O país nunca obteve medalhas na competição e tem como melhor resultado o 24º lugar de Francisco Giobbi no combinado daquela edição.
Lucas Pinheiro Braathen, principal nome da equipe brasileira, é apontado como a maior esperança de um resultado inédito. Nascido na Noruega, mas filho da brasileira Alessandra Pinheiro Braathen, o atleta se destacou no circuito internacional e conquistou três medalhas nesta temporada: duas pratas em Beaver Creek (EUA) e Adelboden (Suíça), além de um bronze em Kitzbühel (Aáustria). No último dia 7 de fevereiro, Braathen foi destaque no jornal francês L’Equipe e figura entre os principais competidores das provas técnicas, como o slalom e o slalom gigante.
A delegação brasileira também conta com Giovanni Ongaro e Christoph Brandtner, que competem no slalom gigante e slalom nos dias 14 e 16 de fevereiro. Ambos disputam a corrida olímpica para Milão-Cortina 2026. O Brasil já garantiu uma vaga para os Jogos de Inverno e pode assegurar até duas adicionais na modalidade.
A competição já teve a realização das provas de time misto paralelo, Super G e Downhill, modalidades de velocidade do esqui alpino. Até o momento, a Suíça lidera o quadro de medalhas com dois ouros, uma prata e um bronze, seguida pela Áustria, com um ouro e três pratas. A Itália ocupa a terceira posição, com um ouro e uma prata, enquanto os Estados Unidos estão em quarto, com um ouro e um bronze. A Noruega fecha o top-5, com duas medalhas de bronze.
O Mundial de Esqui Alpino tem uma pausa nesta segunda-feira (11/02) para ajustes nas pistas, com retomada na terça-feira para as provas técnicas. O evento pode ser acompanhado pelo Disney+.


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