O Centro Histórico de Salvador recebeu 41 novas placas de sinalização turística, oficializadas durante a abertura do 11º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas, Turísticas e Patrimônio Mundial, realizado na última segunda-feira (02/12/2024), no Cine Glauber Rocha, no Centro. As placas integraram um projeto promovido pela Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM), com patrocínio da Vale e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei Rouanet.
Uma entrega
Segundo Marta Feitosa, o projeto segue padrões internacionais definidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Estamos entregando um projeto completo que beneficia novos sítios do patrimônio mundial no Brasil. O turismo, além de promover o desenvolvimento sustentável, garante a sustentabilidade econômica das cidades que integram essa rede”, destacou.
Pedro Tourinho enfatizou a importância da sinalização no contexto do turi
Selo de reconhecimento internacional
Durante o evento, Salvador recebeu o selo Creative Friendly Destination da Creative
Encontro e debates sobre turismo e patrimônio
O 11º Encontro Brasileiro das Cidades Históricas, Turísticas e Patrimônio Mundial, promovido em parceria com a Conferência Internacional de Turismo Criativo, segue até quinta-feira (5), com atividades realizadas na Casa das Histórias, no Comércio. O evento reúne representantes de organizações como Unesco, Embratur, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Sebrae, além de especialistas e gestores de diversas áreas.
Com o tema central “Turismo Criativo, Patrimônio Vivo: Inovação e Parcerias para Revitalizar Cidades Históricas e Patrimônio Mundial”, o encontro aborda questões como mudanças climáticas, inclusão, acessibilidade e a integração do patrimônio cultural ao desenvolvimento econômico e social. Entre os painéis, destacam-se os debates sobre “Patrimônio Cultural como Propulsor da Economia Criativa” e “Tecnologia, Inclusão e Acessibilidade em Cidades Históricas”.
Preservação como Alicerce para o Futuro
Durante as palestras, Fernando Guerreiro, presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), reforçou a necessidade de entender a preservação patrimonial como um investimento para o progresso cultural e turístico. “Preservar é garantir nossa identidade. Sem patrimônio, o que resta da nossa história e cultura? A perda desse legado impacta diretamente o turismo e o desenvolvimento sustentável das cidades”, ressaltou.
Tânia Scofield, presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), também destacou a necessidade de transformar centros históricos em espaços dinâmicos e interativos, integrando aspectos culturais como música e literatura para atrair visitantes e fomentar a vivência local. “Acreditamos que o centro histórico deve ser não apenas um espaço de visitação, mas também de interação cultural e social”, descobriu.4o


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