Na quarta-feira (30/10/2024), às 20h, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) realizará um concerto na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, apresentando um grupo de metais e percussão. Esta apresentação integra a Série Carybé, um projeto que promove a música de câmara e oferece ao público um formato diferenciado de concertos. Os ingressos para o evento estarão disponíveis a partir das 14h na sexta-feira (24/10), com preços de R$ 20 para a entrada inteira e R$ 10 para a meia-entrada, podendo ser adquiridos pela plataforma Sympla.
O concerto será regido pelo maestro Eduardo Salazar e contará com a participação de músicos da OSBA e convidados. Segundo o chefe dos trombones da OSBA, o italiano Michele Girardi, a formação de grupos de metais e percussão é uma prática comum em apresentações de música de câmara, tanto em orquestras nacionais quanto internacionais. “O encontro desses naipes é uma tradição que se faz presente no universo da música desde o período da Renascença. A principal característica são os timbres únicos que surgem desses encontros, proporcionando uma sonoridade distinta da que se ouve em concertos com a orquestra completa”, afirmou Girardi.
O programa do concerto incluirá obras de compositores renomados, como Gustav Mahler, Johann Sebastian Bach e Ennio Morricone, adaptadas para o formato de metais e percussão. Além disso, haverá composições de artistas contemporâneos, incluindo uma peça original de Michele Girardi intitulada “Fantasy from Augusta”.
Os músicos que participarão do concerto são: Josely Saldanha, Davi Brito e Adelson Lemos (trompas); Heinz Schwebel e Joatan Nascimento (trompetes); Michele Girardi, Hélio Góes e Mauro Madruga (trombones); Renato Pinto (tuba); e Humberto Monteiro e Oscar Mauchle (percussão). O grupo contará ainda com a presença de convidados como Celso Benedito (trompa), Alana Rana, Raphael Elias (trompetes) e Gilmar Chaves (trombone).
A Série Carybé, que nomeia este evento, homenageia o artista plástico argentino naturalizado brasileiro Carybé (1911-1997). O projeto visa proporcionar ao público uma experiência mais intimista, com um repertório que valoriza a música de câmara.


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