A equipe baiana de polo aquático viaja para São Paulo, onde participará da Copa Brasil Sub-16 entre quarta-feira (25/09/2024) e sábado (28/09). Apesar de um histórico de vitórias, a equipe reconhece a necessidade de aprendizado junto a times de regiões onde a modalidade é mais desenvolvida, especialmente no Sudeste do Brasil. O apoio logístico para a viagem é providenciado pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), que atua como autarquia vinculada à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).
A equipe baiana, composta em sua maioria por atletas do projeto Natação em Rede, uma parceria entre a Federação Baiana de Desportos Aquáticos (FBDA) e a Sudesb, apresenta um histórico recente de conquistas. Em 2024, a equipe conquistou o título de bicampeã do Campeonato Norte-Nordeste e, atualmente, ocupa uma posição entre os doze melhores times do Brasil. Além disso, a equipe participou do Circuito Baiano de Esportes Aquáticos em 2023 e obteve o título na Copa Brasil na edição anterior.
O treinador do projeto Natação em Rede, Alexandre Albuquerque, destaca a importância da participação da equipe na competição. “Este evento oferece uma oportunidade valiosa para os atletas, uma vez que promove uma troca significativa de experiências com atletas do Sudeste, que é o eixo mais forte do polo aquático no Brasil”, afirmou. Ele enfatizou que a experiência adquirida durante a competição é inestimável para o desenvolvimento dos atletas. “Após um campeonato desse porte, os atletas retornam a Salvador com uma bagagem de conhecimento que eleva o nível de seu jogo. Durante a competição, eles têm a oportunidade de jogar continuamente e observar partidas de atletas experientes, que se dispõem a ensinar”, acrescentou.
A delegação, que treina na Piscina Olímpica da Bonocô, já se encontra em São Paulo, onde realiza preparativos para as disputas. O presidente da FBDA, Diego Albuquerque, reforçou a importância do projeto Natação em Rede no contexto do desenvolvimento da modalidade na Bahia. “Sem este projeto social, a formação da modalidade no estado não seria possível. Competições como esta são fundamentais para o crescimento não apenas dos atletas, mas de toda a modalidade”, concluiu.
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