O plano de apoio à Ucrânia prevê o uso de rendimentos de cerca de US$ 260 bilhões de ativos passivos congelados para garantir o empréstimo. Os primeiros pagamentos a serem realizados em 2024 serão destinados às áreas militar, econômica, humanitária e de ajuda humanitária. Entretanto, ainda existem incertezas sobre a liberação desses ativos no caso de um acordo com a Rússia e quem assumiria o risco em caso de inadimplência
O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, que participou do evento, destacou acordos importantes, incluindo um de segurança de 10 anos com o Japão, que fornecerá US$ 4,5 bilhões à Ucrânia, e a preparação de um novo acordo de longo prazo com os EUA . Além disso, os líderes do G7 manifestaram apoio a uma proposta de trégua entre Israel e os palestinos, apresentada por Biden, promovendo a liberação dos reféns capturados pelo
Giorgia Meloni enfatizou a importância do G7 na gestão de crises globais e defendeu a abertura do grupo ao “desenvolvimento compartilhado” e ao diálogo com as nações do Sul Global. Entre os líderes convidados estavam Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) e Javier Milei (Argentina), além de representantes da Índia, Turquia
Durante a cúpula, o Papa Francisco, um dos mais aguardados, terá um encontro privado com Lula e participará de uma palestra sobre inteligência artificial e ética dos algoritmos. Francisco também se reunirá com outros líderes globais, incluindo Biden, Macron, Trudeau e Zelensk.
*Com informações da Agência DW.


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