A dança é uma das expressões culturais e identitárias de um povo. É pensando neste ato, que o Festival Movimenta Cajazeiras realiza no sábado (25/05/2024), a “Mostra Movimenta”, com uma programação composta por 13 coreografias do bairro de Cajazeiras e região, solos, duos, grupos e Cia(s) -, escolhido através de uma convocatória aberta no mês de abril e que teve cerca de 60 montagens inscritas com artistas dançarinos. O evento ocorre a partir das 19h, com entrada gratuita, sujeita à lotação.
A Mostra Movimenta ocorrerá no Centro Cultural Boca de Brasa de Cajazeiras e o público poderá assistir a coreografias de diversos ritmos e estilo de dança, pagode, Jazz, hip hop, Valsa, contemporânea, ballet, etc.. Uma Mostra artística cheia de movimento, criatividade, diversidade e força, que se aproxima e fortalece os modos de produzir dança no bairro.
A programação é formada pelas seguintes coreografias: “Ori”, da Ensaio Cia de Dança; “Maré mansa”, do Balé Jovem de Cajazeiras; “Colab das Yabás”, do Balé da Comunidade; “Expressar o corpo através da Dança”, do Grupo de Valsa Amor Eterno; “Samba das Meninas”, do Corpo de Baille; “Comunidança”, do Balé Clovis Soares; “Dança do Ventre”, da Luciana Bellydence; “Não reaja”, solo da dançarina Maira Rodrigues; “Kota Diami”, da solo da artista Geórgia Santos; “Solitude”, do grupo Lótus Dancing; “A rua existe e resiste”, espetáculo do bailarino circense Ivo Gabriel; “Esquentando tudo”, Duo do coletivo “Casal Ritmo Quente”; e o espetáculo “Não temo mais o escuro”, da Cia Renato Torres.
Para a diretora de produção do Movimenta Cajazeiras, Tyara Gomes, o projeto tem uma importância muito significativa para a comunidade e para os artistas de Cajazeiras, Águas Claras e Castelo Branco, pois fortalece o fazer artístico, promove oportunidade, formação e geração de renda. “Tem sido lindo ver o envolvimento de tanta gente, criando e construindo seus corres para está no nosso Festival. Por isso, criamos um processo de seleção cuidadoso, que primou pela formação e afetividade, que é a maneira que acreditamos que as políticas de acesso precisam ser”, reforça a também artista da dança.


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