O sexto e último dia da Bienal do Livro Bahia foi marcado por uma série de painéis e debates com presenças ilustres, encerrando com chave de ouro o evento literário. Personalidades como Rita Batista, Zélia Duncan, Sérgio Machado, Kaká Werá, Elayne Baeta e Vovô do Ilê participaram ativamente das discussões que permearam temas diversos, desde a leveza do cotidiano até a luta por igualdade e representatividade.
No Café Literário, Rita Batista e Allan Dias Castro iniciaram o dia refletindo sobre ‘A insustentável leveza do ser’, abordando como cultivam um estado de espírito positivo valorizando as experiências do dia a dia. Rita compartilhou sua crença no poder das palavras para criar um ambiente propício ao crescimento pessoal, enquanto Allan destacou como eventos marcantes em sua vida o fizeram apreciar a beleza da existência.
Em seguida, o diretor de cinema Sérgio Machado e as atrizes Rita Santana e Edivana Carvalho trouxeram à tona os desafios de traduzir a sociedade em suas obras artísticas. Sérgio destacou a importância de mergulhar nas realidades retratadas, enquanto Edivana ressaltou a inspiração que encontra nas mulheres das comunidades periféricas.
Já no painel ‘A história nos transforma em outras’, a cantora Zélia Duncan e a historiadora Heloísa Starling discutiram o papel da memória na construção da identidade nacional, alertando para os perigos do esquecimento e da nostalgia seletiva. Por fim, Kaká Werá e Joice Berth trouxeram reflexões sobre a importância do ativismo e da diversidade na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Na Arena Jovem, escritores como Elayne Baeta e Pedro Rhuas compartilharam suas experiências literárias e como estas influenciaram suas trajetórias pessoais. O encerramento ficou por conta do Café Literário, que abordou os 50 anos de história do bloco Ilê Aiyê, destacando sua luta por igualdade e respeito em meio ao Carnaval e à sociedade como um todo.


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