O lançamento do Festival Nacional de Artesanato na Bahia (FENABA) foi marcado por uma grande adesão do público no Museu Nacional de Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), no Centro Histórico de Salvador. O evento, que acontecerá de quinta-feira (14/03/2024) a domingo (17/03), promete movimentar as ruas e praças do Pelourinho com a presença de artesãs e artesãos de todo o país. A cerimônia de apresentação contou com a participação de diversas personalidades, destacando-se a apresentação do DJ Leandro da Vitrola, Companhia de Dança Popular Márcio Fidélis e canto à capela com Cláudia Costa e Aloísio Menezes, do Cortejo Afro.
O projeto do FENABA foi apresentado por Davidson Magalhães, secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, e Weslen Moreira, coordenador do Fomento ao Artesanato. Autoridades como Geraldo Junior, vice-Governador da Bahia, e Alice Portugal, Deputada Federal, estiveram presentes para prestigiar a iniciativa inédita. O evento, que surge como um dos principais centros artesanais do Brasil, busca consolidar o turismo e a cultura do artesanato na Bahia.
O FENABA, inspirado na expressão “Fé na Bahia”, visa promover um intercâmbio entre os artesãos de diferentes regiões do país. Além da comercialização de produtos criados por mestres e mestras, artesãs e artesãos, o festival incluirá rodadas de negócios, desfiles de moda artesanal, atividades de qualificação, programação infantil e shows com renomados artistas da música baiana e brasileira. A presença de artesãos de várias regiões da Bahia reforça o papel central desses profissionais no evento.
Para Geraldo Junior, vice-Governador da Bahia, o FENABA é uma iniciativa inédita que valoriza o trabalho dos artesãos, movimentando a economia e resgatando a diversidade cultural. O evento, uma realização do Governo do Estado da Bahia em parceria com a Associação Fábrica Cultural e a Secretaria de Turismo da Bahia, conta com o apoio do MUNCAB.
Weslen Moreira, coordenador do Fomento ao Artesanato, destaca a inovação do evento, que sai do Centro de Convenções para o Centro Histórico de Salvador, promovendo o diálogo entre o artesanato, o turismo e a cultura. A expectativa é que o festival movimente o Centro Histórico, atraindo turistas, gerando renda e impulsionando o trabalho dos artesãos.


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