As doenças cardíacas, persistentes como uma das principais causas de morbidade e mortalidade global, têm enfrentado transformações substanciais nos métodos de tratamento graças aos avanços na cardiologia intervencionista. Na Bahia, a terapia minimamente invasiva através de cateteres evoluiu significativamente, melhorando a qualidade de vida dos pacientes e diversificando as opções terapêuticas transcateter.
Um progresso notável ocorreu na angioplastia coronariana, com destaque para a evolução dos stents, como os farmacológicos, que liberam medicamentos para prevenir recorrências. O especialista Sérgio Câmara ressalta a personalização crescente da cardiologia intervencionista, adaptando-se às características únicas de cada paciente.
A oclusão coronariana crônica total também viu avanços com novas técnicas e dispositivos, permitindo revascularização em casos desafiadores. Implantes transcateter, como o TAVI e o reparo da valva mitral, trouxeram opções menos invasivas, beneficiando pacientes de alto risco.
Inovações não se limitam a procedimentos, abrangendo terapias farmacológicas e o uso da Inteligência Artificial (IA) para análise de dados médicos, detecção precoce de doenças cardíacas e monitoramento de pacientes, segundo Sérgio Câmara, hemodinamicista em hospitais da Rede D’or e Hospital da Bahia (DASA) em Salvador.


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