Nos últimos dias, o mundo do futebol tem sido palco de intensos debates sobre o uso de gramados sintéticos, especialmente após a onda de calor no Rio de Janeiro, onde campos chegaram a alarmantes 70 graus Celsius. Essa discussão ganha ainda mais relevância com a decisão da Eridivisie CV, entidade holandesa, de banir os campos sintéticos a partir de 2025. No Brasil, a possibilidade de adoção do sintético pela nova arena do Atlético-MG e a medição impactante do Flamengo no Ninho do Urubu acirram o debate que começou em 2016 com a escolha do Athletico Paranaense pela grama sintética na Arena da Baixada.
O desempenho variado em campos sintéticos, as preocupações com lesões e a ausência de sua adoção nas principais ligas europeias são elementos que alimentam o embate. O jogador uruguaio Luis Suárez, do Grêmio, expôs sua relutância em jogar em campos sintéticos devido a preocupações com lesões, reforçando a necessidade de abordar essa questão de maneira abrangente. O cenário global também revela inovações tecnológicas, como gramados que deslizam para fora dos estádios, evidenciando que a busca por soluções eficazes está em curso.
*Com informações da Agência Brasil.


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