O Teatro Gamboa, situado em Salvador, está preparando uma série de eventos culturais para entreter e enriquecer a comunidade local. A programação inclui exposições de arte, shows musicais e eventos pedagógico-musicais.
O artista Naum Bandeira, que está por trás da exposição “Semântica Tapuia”, dará continuidade à exibição nesta quarta-feira (01/11/2023) às 19h. A mostra, que explora pinturas rupestres da Chapada Diamantina, envolve a exibição de dois documentários autorais do artista. O primeiro, “Antigo Muito Novo” (2011), discute releituras de pinturas rupestres através de diferentes técnicas de arte contemporânea. O segundo, “Pintura Rupestre da Serra Negra, Chapada Diamantina – Bahia” (2012), é um registro de um projeto de arte-educação realizado na Chapada Diamantina. Após a exibição, Naum Bandeira participará de um bate-papo sobre o processo criativo da exposição e sua pesquisa de 25 anos sobre pinturas rupestres. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta, das 09h às 12h, e de quarta a domingo, das 15h às 19h.
Na quinta-feira (02/10), o cantor e compositor Lipe Freire presta homenagem a três ícones da música brasileira, Tim Maia, Roberto Carlos e Erasmo Carlos, a partir das 19h. O artista, acompanhado pelos violões de Duca e Jorge Tik, receberá Manuela Rodrigues e Pedro Morais para uma apresentação em formato híbrido, com transmissão ao vivo pela plataforma Gamboa Online. Ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro e online.
No sábado (04/11), o palco do Gamboa recebe Orí, que apresenta um show de pré-lançamento do EP “Sou daqui mas vim de lá”, às 17h. O EP reúne quatro faixas inéditas de samba-reggae e ijexá, produzidas por Leonardo Reis e Nicolau Rios. Acompanhado por Manoel Júnior, João Okuzono, Normando e Fábio Cunha, Orí promete uma apresentação vibrante.
O domingo (05/11) traz o show “Wontanará – educação e musicalidades” às 17h. O grupo Wontanará, composto por músicos, musicistas e educadores, liderado por Marcelo Saback, explora a integração das linguagens artísticas da música, dança e poesia em um contexto pedagógico. O repertório é baseado na música malinke, originária de países africanos como Guiné, Mali e Burquina Fasso, envolvendo dança afro-diaspórica e poesia. O show também inclui explicações sobre os ritmos utilizados nas músicas e sua importância para a formação cultural e musical baiana.


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