O presidente da Fifa, Gianni Infantino, encontra-se na Nova Zelândia para a abertura da nona edição da Copa do Mundo Feminina, que acontecerá na quinta-feira (20/07/2023). Em meio às expectativas do torneio que conta com 64 jogos organizados por Austrália e Nova Zelândia, Infantino destacou o crescimento notável do futebol feminino nos últimos 10 anos e expressou sua confiança de que o evento irá conquistar até mesmo os céticos que duvidam dos méritos do futebol feminino.
A competição, que se estenderá de (20/07 a 20/08/2023), espera alcançar uma audiência de 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo. Infantino ressaltou que o nível do futebol feminino tem crescido exponencialmente, com a participação das melhores jogadoras do mundo no torneio.
Para o presidente da Fifa, o futebol feminino possui um potencial enorme e é inconcebível que não exista um esporte em que as mulheres possam competir em igualdade de condições com os homens. Ele enfatizou que o futebol é uma plataforma ideal para a igualdade de gênero no esporte.
A Copa do Mundo Feminina é uma oportunidade para destacar o talento e a competitividade do futebol feminino, além de promover discussões sobre a equidade de gênero no cenário esportivo internacional.
O crescimento do futebol feminino no cenário global
O otimismo de Gianni Infantino em relação ao futebol feminino não é infundado. Nos últimos anos, o esporte tem ganhado notável projeção e tem sido impulsionado por uma série de fatores positivos.
Segundo dados da Fifa, o Mundial Feminino de 2019, realizado na França, registrou um recorde de audiência, com mais de um bilhão de telespectadores assistindo aos jogos em todo o mundo. Esse número revela o crescente interesse e engajamento do público em relação ao futebol feminino.
Além disso, investimentos significativos têm sido feitos para promover e desenvolver o esporte em diversas regiões do planeta. A valorização das atletas, a criação de ligas profissionais e o apoio de grandes patrocinadores têm contribuído para o avanço do futebol feminino.
Entretanto, ainda há desafios a serem superados para alcançar a plena igualdade de gênero no esporte. Questões como disparidade salarial, falta de infraestrutura e recursos adequados e o combate ao sexismo ainda estão presentes em muitos contextos esportivos.
O Mundial Feminino de 2023 representa uma oportunidade única para não só celebrar o talento das jogadoras, mas também para impulsionar debates e ações que promovam a igualdade e o respeito no mundo esportivo, abrindo caminho para um futuro mais inclusivo e igualitário no futebol e além dele.
*Com informações Agência Brasil.



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