O turismo religioso na Bahia se torna um ponto focal de interesse para agentes de viagens de todo o país, à medida que buscam explorar as profundezas da herança católica do estado. Dez profissionais do setor, provenientes do Paraná, São Paulo e Minas Gerais, dedicaram dois dias de imersão em Salvador, capital baiana, para explorar os templos sagrados da cidade. Sua missão: absorver a essência desses locais para desenvolver pacotes turísticos inspirados nos roteiros elaborados pela Pastoral do Turismo da Arquidiocese de Salvador (Pastur), em colaboração com a Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA).
O itinerário dessa jornada contemplou duas partes distintas, cada uma oferecendo uma visão única da fé e da arte que permeiam a capital baiana. Na primeira etapa, intitulada “Caridade e Fé”, os agentes adentraram a Cidade Baixa e o Subúrbio, explorando locais como a Basílica Nossa Senhora da Conceição da Praia, a Igreja de Santa Luzia, o Santuário Santa Dulce dos Pobres, a Basílica do Nosso Senhor do Bonfim, o Mosteiro do Salvador e a Paróquia Nossa Senhora dos Alagados.
Já na segunda parte, denominada “Arte e Fé”, o foco se deslocou para o Centro Histórico, com paradas estratégicas na majestosa Catedral Basílica, na histórica Igreja da Ordem Terceira de São Francisco e na tradicional Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.
“Foi uma oportunidade ímpar de vivenciar uma Salvador diferente, mergulhando na riqueza da religiosidade baiana, tudo visando à elaboração de pacotes turísticos. Os roteiros oferecem uma experiência enriquecedora para qualquer turista”, relata Pedro Kempe, representante da operadora de turismo paranaense Domus.
O coordenador da Pastur, padre Manoel Oliveira Filho, que acompanhou de perto os profissionais durante a jornada, enfatiza a importância desse mergulho cultural. “Esses agentes de viagens agora estarão mais capacitados para apresentar aos seus clientes o rico patrimônio católico da nossa capital. Saíram entusiasmados com a perspectiva de atrair mais turistas para a Bahia. Uma coisa é ouvir falar, outra é vivenciar”, destaca.


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